sexta-feira, 3 de junho de 2011

PESSOAS SEM MEMÓRIA: PESSOAS SEM CONSCIÊNCIA – SOCIEDADE SEM MEMÓRIA: SOCIEDADE SEM CONSCIÊNCIA



Uma das queixas coletivas da atualidade: perda cada vez mais rápida e intensa da memória. Deixando de lado a inutilidade da maior parte de nossas lembranças – para preservar a integridade do nosso ser; a memória está se tornando cada vez mais seletiva. Mas, a gravidade disso, foge ao alcance das pessoas comuns; futuros emigrantes de Gaia – pode parecer cruel aos ouvidos moucos dos normais; mas as pessoas comuns não fizeram por merecer continuar aqui nesta escola cósmica – e, estão de partida – Graças a Deus e ás suas Leis; para os que optaram aqui permanecer.

A Memória é parte importante do estado de estar consciente: presente; atuante.

O mecanismo da memória está bem representado nos computadores: A imediata ou de trabalho trata das informações dos interesses do presente momento – a de longo prazo arquiva para uso posterior.
Ao contrário do que se pode pensar, nosso cérebro não está continuadamente registrando tudo que nos acontece para, num segundo momento, selecionar e apagar o que não é importante. A maior parte dos estímulos com os quais estamos lidando permanece por um tempo na memória de trabalho ou dos interesses. O que me interessa de fato?
A analogia que se faz com o computador, é com a chamada memória RAM, ou seja, com a memória de acesso aleatório da máquina (Random Access Memory).

Depois de algum tempo esses estímulos trabalhados pela memória imediata se evaporam dando lugar a outros mais “interessantes”.
A memória imediata nos permite realizar coisas como os cálculos de cabeça; reter números de telefone durante algum tempo; continuar um diálogo baseado no início da conversa; saber o nome do interlocutor durante algum tempo; reter o que os políticos prometem na época das eleições; o que a justiça apregoa quando pega algum deles com a boca na botija. (diretamente proporcional à importância destes assuntos para nós).

Continuando nossa brincadeira, podemos dizer que a memória de longo prazo seria como o disco rígido do computador; registrando as experiências passadas na região do cérebro designada como córtex cerebral – na seqüência da analogia política contém centenas de milhões de neurônios eleitores que trocam até ofensas entre seus interesses - cada vez mais eletrônicos.

Sempre que um estímulo atinge nossa “consciência”, seja uma imagem, som, idéia, sensação, interesse satisfeito ou contrariado...; ativa-se um conjunto destes neurônios, modernamente chamado de "assembléia neuronal" ou Sindicatos representativos de interesses grupais.

A teoria da memória baseada nas assembléias neuronais (na vida política: Sindicatos, Câmaras, Senados, etc.) representa um modelo até convincente para a formulação de uma hipótese a respeito da construção da consciência pessoal e coletiva.
Segundo essa teoria, o pensamento consciente é gerado quando vários neurônios de diversas colunas se unem funcionalmente e, atuando harmonicamente e em conjunto, constroem uma assembléia, iniciando assim a formação de um determinado estado consciente – na vida pessoal e política – apenas não há harmonia de interesses – podemos concluir que, na fisiologia pessoal também há interesses em conflito: neuroses, psicoses, TOC, depressão, mentiras, justificativas, propinas e subornos (uso de drogas rotuladas de farmacêuticas)...

Depois desse novo estado de consciência (eleição ou mixórdia de interesses nem sempre confessáveis) esses cidadãos neurônios do conjunto neuronal que participou do estímulo inicial; nem sempre retomam o estado original – vide a vida política nacional (rima que pode valer vaga na ABL). Usando a pobreza da memória dos neurônios periféricos intoxicados pela mídia a serviço dos interesses dos neurônios do poder - eles costumam fortalecer as ligações uns com os outros, tornando-se mais densamente interligados nos seus interesses escusos ou não.
Na relação entre as outras células do organismo social humano esse conluio de interesses; costuma receber o nome de câncer.

Quando os resultados acontecem; constrói-se uma memória consciente de brigar pelo “numerário” dos interesses pessoais e grupais, e o que quer que estimule essa rede ou assembléia de interesses; trará de volta a percepção inicial sob a forma de recordação: Você era feliz e não sabia!
O que entendemos como recordações são, afinal, padrões de ligação entre células nervosas interesseiras.
Uma recordação recém-codificada pode envolver milhares de neurônios abarcando todo o córtex; favorecendo uns e prejudicando outros – salvem se os que puderem contar com a ajuda da justiça neuronal a serviço de seus próprios interesses quase grupais.

Segundo a teoria dos conjuntos de células envolvidas na consciência e memória, os neurônios são capazes de se associarem rapidamente, formando grupos (assembléias) funcionais para realizarem uma determinada tarefa ou apreenderem um determinado estímulo interesseiro. Uma vez que esta tarefa esteja terminada, o grupo se dissolve e os neurônios estão novamente aptos a se engajarem em outras assembléias, para cumprirem uma nova tarefa...
Portanto, esse conjunto, rede ou assembléia de neurônios se dilui até a próxima assembléia ou eleição; caso não seja reutilizada para interesses dos mesmos ou de outros; mas, se a ativarmos repetidamente, o padrão de ligações incorpora-se cada vez mais nos padrões de nossos tecidos “nervosos” como TOC; TIC; Depressão: Pânico; Câncer; Fanatismo religioso.
As comemorações das “sacanagens dos poderosos” foram indevidamente levadas para as “Pizzarias”.

É devido a essa desorganização e a não dissolução dinâmica das assembléias neuronais que podemos comparar a atividade mnêmica fugaz com a memória RAM do computador da memória de nossa cada vez mais medíocre da CIA Ltda. - da vida familiar, social e política.

Mas o que dizer de uma sociedade como a nossa; onde ainda não se dissolve nada; apenas se em-bolsa?

Há, ainda, um aspecto quantitativo acerca dessa assembléia neuronal, segundo a qual, quanto maior o número de neurônios recrutados: Ditadura da maioria sem consciência - maior será o tamanho dessa assembléia e, em conseqüência, maior será a recém criada consciência (?) ou memória, em termos de intensidade e tempo de duração. Contrariamente, se for pequeno o número de neurônios recrutados, a memória resultante será pequena em intensidade e duração.

Os estímulos são registrados na memória de longo prazo mediante repetição capaz de gera aprendizado nos medíocres ou através de sua carga afetiva. Na parte política do Latim: Sacus plenus: bagus est.

Enquanto a decisão de armazenar ou diluir uma informação possa ser objeto de livre escolha; a eficácia dessa memorização nem sempre depende de nossa vontade do momento (Lei de Causa e Efeito que amplia ou restringe a liberdade - impostos).
Quem garante a eficácia da memória, indiretamente da consciência que se tem do vivido, é um atributo automático do hipocampo – que na vida social depende basicamente das atitudes.
Na estrutura orgânica do quase ser humano; do quase cidadão; o hipocampo (EU SOU) é uma pequena estrutura bilobular alojada profundamente no centro do cérebro. Tal como o teclado do nosso computador, o hipocampo é como uma espécie de posto de comando que não pode ser tercerizado sob graves penalizações...

À medida que os neurônios do córtex (cidadãos) recebem informação sensorial globalizada, transmitem-na ao hipocampo da telinha. Somente após a resposta do hipocampo BBB é que os neurônios sensoriais começam a formar uma rede durável (assembléia) de pensar, sentir e agir. Sem o "consentimento" do hipocampo a experiência desvanece-se para “quase” sempre para os futuros habitantes de Milonga que vai receber os remanescentes desta experiência em Gaia.

É aqui que entra a carga afetiva necessária para que o estímulo se fixe na memória de longo prazo – no social: pimenta no R dos outros é refresco.
A atitude de "consentimento"; do está tudo bem: mano - do hipocampo social e político parece depender de duas questões. Primeiro, a informação tem algum significado emocional, portanto, tem que ter alguma importância afetiva. O nome de uma pessoa muito atraente tem mais probabilidade de conseguir "autorização" do hipocampo para se fixar no "disco rígido" de nosso computador do que o nome do jornalista que escreve o obituário do jornal – e muito menos de quem te “implora a pensar”.

Vida após vida; eleição após eleição:
É assim que nossa consciência se desconstrói; sempre em conformidade com nossos próprios interesses emotivos.

A segunda atitude do hipocampo é uma imediata analogia, ele avalia é se a informação que está chegando no cérebro tem relação com alguma coisa que já esteve por ai, ou que já sabemos. Ao contrário do computador, que armazena separadamente os fatos relacionados: o cérebro deveria procurar constantemente fazer associações – até para deixar de reeleger nulidades.
Na condição de seres e de sociedade saudável:
Se o estímulo recém chegado tem alguma relação ou correspondência com algum material já armazenado, esse novo fato terá mais facilidade de agregar-se ao dinamismo psíquico.

Resumindo:
Teríamos o que o popular denomina de “vergonha na cara”.

A cada um segundo suas obras: Jesus.
Claro que, esses arranjos neuronais obedecem a uma estrutura muito pessoal; que, em seu conjunto, acabam por corresponder (ou contribuir para) ao perfil afetivo e sensibilidade de cada um e, quem sabe até, para a vocação de cada um.

Assim sendo, as condições capazes de perturbar o hipocampo pessoal acabam por prejudicar a memória coletiva; e conseqüentemente, a integração da consciência íntima e coletiva - interdependentes.
SOMOS A SOCIEDADE DO ALZHEIMER POLÍTICO:

A doença de Alzheimer destrói gradualmente esse órgão, portanto, destrói a capacidade para formar novas memórias. O envelhecimento “normal” (dos que estão de partida) também pode causar danos mais sutis.
Alguns estudos sugerem que a massa encefálica decresce, a grosso modo; e variavelmente, de cinco a dez por cento a cada dez anos no organismo físico – ou a cada eleição no organismo social.

Exceto em casos mais patológicos, como por exemplo, na doença de Alzheimer ou nos problemas vasculares (causados pela educação e cultura), a idade por si só parece não perturbar a nossa memória significativamente. A idade, quando muito, torna as pessoas um pouco mais lentas e menos precisas e, embora as médias apontem para o declínio com a idade, alguns octogenários continuam mais incisivos e rápidos que os adolescentes com graves doenças recebidas através do DNA cultural.

Evidentemente existem circunstâncias clínicas capazes de prejudicar o rendimento da memória ao longo dos anos. A pressão sanguínea elevada cronicamente pela falta de habilidade em cuidar-se; pode prejudicar a função mental. Alguns estudos constatam que ao longo dos anos, as pessoas hipertensas perdem duas vezes mais capacidade cognitiva que aqueles que apresentam tensão sanguínea normal. Também o excesso de álcool ou o funcionamento deficiente da glândula tiróide, assim como a depressão, a ansiedade e a simples falta de estímulo estão associados ao prejuízo da memória.

Mas, quem quiser entender o recado que entenda.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE A ATIVIDADE POLÍTICA, A JUSTIÇA E A MEDICINA DA ATUALIDADE?

Ob:

Para não complicar nem colocamos em jogo o fator DEUS...

DEUS ME LIVRE...

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