sábado, 20 de outubro de 2012

QUAL O TAMANHO DA SUA MIJADA ECOLÓGICA?



QUAL O TAMANHO DA SUA “MIJADA” ECOLÓGICA?

Pessoas que tomam remédios de forma contínua e até descontínua colaboram para a degradação do planeta de forma acelerada.

Tudo que ingerimos é eliminado na forma de vários tipos de metabólitos contaminantes.
Dá pena ver pessoas pseudo engajadas em vida sustentável fazerem uso de várias drogas todos os dias; a maioria desnecessária.

“Além da contaminação por OGM e da contaminação com a radiação do nosso mundo, nós também estamos experimentando a contaminação farmacêutica em massa do nosso planeta. Não é apenas nas fábricas farmacêuticas que despejam seus dejetos de produtos químicos para os rios ( http://www.naturalnews.com/025415_w … ), é também o fato de que mais de metade da população está agora a tomar drogas quase que diariamente, e as drogas passam através de seus corpos e acabam na água de abastecimento onde contaminarão os peixes ( http://www.naturalnews.com/025933.html ). Mesmo além disso, as drogas acabam no lodo de esgoto humano que é embalado e vendido como “adubo orgânica para o solo!” ( http://www.naturalnews.com/029504_o … )”

A vida sustentável começa no organismo de cada um.
A responsabilidade é progressiva.
Quem mais sabe; mais deve ser responsabilizada pelo seu saber.

Qual o tamanho da sua mijada ecológica?

Já parou para pensar nisso?

domingo, 23 de setembro de 2012

LUTA PELA PAZ?


DE QUEM?

    Inúmeras as lutas que se travam a seu favor. Nas ruas, na imprensa escrita e falada. Paz da boca para fora.
    Tão estéreis quanto inúteis; enquanto não tivermos consciência do que seja agressividade e violência.
    Não tem sentido lógico, pessoas ainda agressivas e violentas nas menores ações do dia a dia lutando pela paz. E o que é pior: cobrando dos outros, atitudes mais pacíficas.

    Pela pobreza; quase miséria; educacional:
    Não desenvolvemos a sensibilidade de distinguir as atitudes pacíficas das agressivas no conjunto das nossas atitudes diárias.
Não sabemos realmente o que é violência nem agressividade; exceto aquela que salta aos olhos, escabrosa e truculenta: guerras, assassinatos, agressões, estupros, tiros, facadas. E o que é pior, nós sentimos apenas a que nos atinge ou nos choca; mas, encaramos como normal e nosso direito de reagir a que nós aplicamos aos outros, dos pensamentos às atitudes.

PAZ – O QUE É ISSO?

domingo, 16 de setembro de 2012

MELHOR SER AGRESSIVO PURO DO QUE UM PERMISSIVO FORMATADO?




 O que caracteriza a agressividade pura ou reativa?


    A falta de valores ético/morais e da esperança de conseguir um lugar ao sol da vitória na sociedade de consumo; deixou a descoberto um tipo de violência primária gratuita.

Os que manifestam esse comportamento poderiam ser diagnosticados na infância quando batem, mordem e arranham todos os que aparecem na frente de seus desejos: pai, mãe, cachorro, brinquedo e até partes do próprio corpo.

 

    Liberá-la sem freios nem peias contra os mais fracos e desvalidos sempre foi a tônica das almas problemáticas não importa que idade tenham.

Na atualidade essa modalidade é mais evidente e estudada na vida escolar, recebe o nome de “bullying”.


    O primata moderno tão bem representado na atualidade pelo jargão “animal”. Fulano é um “animal” nos esportes, por exemplo, ele xinga, desrespeita os adversários; porém bate recordes, é campeão.
Em muitas situações do dia a dia os com essas tendências são venerados. Heróis da massa exibem tendência á violência e á truculência sem máscaras quando seus interesses são ameaçados. Admirados quando considerados vencedores; logo execrados por seus admiradores.

O que caracteriza o permissivo de nascença ou formatado pela educação?


    Além de preguiçoso; o aproveitador que permite que a agressividade e a violência sejam aplicadas nos outros para preservar seus interesses; costuma virar a casaca quando seus desejos são prejudicados; ou abrevia a existência de muitas formas, quase sempre passiva como ele próprio: enfarta, cria um câncer, etc. Costuma se reunir em bandos, congregações, associações ou turmas.
    Gostam de ser conduzidos.

    São complementares?

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

EU SOU DA PAZ?



EU SOU DA PAZ?

A violência está aumentando ou apenas se materializando?

Antes de conseguirmos a paz nas ruas, nas escolas, no trabalho e na vida social e política, ela precisa ser conquistada no íntimo de cada um e no ambiente familiar.
A atitude pacífica deve ser aprendida e exercitada principalmente na vida em família.

    Como tudo que envolve o ser humano a paz não se consegue numa canetada de um decreto político ou não; nem com teorias mirabolantes ou num passe de mágica; é conquista de dia a dia, de respeito pela própria vida e pela vida do outro. Alcançaremos um estado de paz relativa, quando nos lares não houver mais:
·        Guerra pelo poder de controlar sem medir forças
·        Competição
·        Mentiras
·        Traições
·        Violência verbal
·        Agressão física

    Desse ponto em diante todas as lutas sociais em prol da paz serão vitoriosas.

Qual seu sobrenome?
Como anda a guerra na sua família?
Nela se pratica o Bullying?
Não?
Duvido.

Quem de nós nunca sofreu ou praticou algum tipo de violência? – Nem sempre percebida por quem a pratica; mas, sempre vivenciada por quem a sofre...

    O conceito Bullying focado inicialmente no ambiente escolar trouxe á discussão a pratica da violência explícita e até mesmo a subliminar; aquela em que raras pessoas; prestavam atenção; pois, á medida que o assunto vai sendo debatido; novos focos e olhares sobre o problema surgem, cada um dando sua contribuição para que a paz reine entre nós.
A violência explícita e a subliminar se confundem ás vezes; tal e qual o estupro em algumas sociedades onde a vítima do bullyie (o estuprador) ainda sofre discriminação, sendo penalizada duplamente pela sociedade que pratica o bullying sem perceber; pois, a prática de manter o poder através da agressão é milenar.
Esse padrão de atitudes não está vinculado ao instinto de sobrevivência, defesa ou raiva. Pode envolver ciúmes e desprezo.
Suas bases estão assentadas no desejo e sentimento de poder; intolerância á diferença; e a pretensa liberdade de excluir, barrar, isolar e segregar os outros.

Não é uma fase normal da vida como muitos bullyies adultos imaginam; não passa com o tempo nem com a idade; apenas ela fica camuflada pelas máscaras sociais fruto da educação ainda em vigor.

Algumas pessoas já nascem com tendências para praticar o bullying; assim como já trazemos um esboço de personalidade ao nascer e um conjunto de predisposições que podem ser corrigidas ou reforçadas pela vida em família, educação e cultura.

O que tem a dizer?

Eu sou da paz?

sábado, 8 de setembro de 2012




         ABORTO E RELAÇÕES FAMILIARES

No mínimo:
Grave quebra de compromisso familiar.

Muito se debate sobre o problema do aborto.
As opiniões são favoráveis ou contrárias.
Como era de se esperar a forma de abordar o tema centraliza-se nos aspectos legais ou médicos, não há ainda preocupação nas relações com o plano espiritual; mesmo que a maior parte das conseqüências; sejam lá; exacerbadas.
Cada grupo envolvido no debate; fixa determinada idéia para justificar opinião favorável ou contrária.

A quase totalidade dos favoráveis à legalização; fixam-se na idéia do direito inalienável da mulher em dispor do próprio corpo, exercendo o livre-arbítrio.
Os contrários à legalização têm como idéia central o direito à vida.

Mas como a responsabilidade é progressiva:
Para o que acredita em vidas sucessivas o problema ganha uma dimensão maior e mais complexa; inevitável; pois nossas crenças não servem para nada exceto para nos balizar nas experiências:
Aborto; sempre implica em quebra de compromisso de evolução espiritual, ajuste de kharma; e as reações dos excluídos e conseqüências são proporcionais á capacidade de compreensão dos envolvidos; acreditar ou deixar de; tanto faz.

A verdade é que:
Do outro lado da vida muitos aguardam a oportunidade de retornar para prosseguir; sabemos que a única via de acesso é a seqüência: fecundação, gestação, renascimento; daí qualquer interferência nessa lei natural interessa sobremaneira a todos, sem distinção.

É urgente propiciar a educação sexual para crianças e jovens discutindo, além do binômio sexo - violência nos meios de comunicação, também o problema do aborto; pena que falte coragem e vontade; e isso é grave, pois a omissão e a ignorância geram sofrimentos pessoais, familiares e coletivos.
 Quando o tema interessa a todos, é preciso deixar de ser omisso; pois, o ignorante e omisso de hoje é o problema de saúde pública amanhã, e/ou nas próximas existências.

Reflexões sobre um caso de aborto provocado:

Houve uma relação sexual sem intenção de engravidar: só curtição, embalo, prazer.
O conjunto de motivos que culminaram no aborto definirá a responsabilidade de cada um.
Gestante.
Autor do aborto.
Família.
Outras criaturas que tenham influenciado na decisão de abortar.
É certo que haverá obsessão espiritual.
Mas a análise pós-aborto é de foro íntimo e ao longo do tempo, para definir as responsabilidades e avaliar as futuras reparações.

Pegando leve:

        As conseqüências no corpo da mulher são imediatas, pela supressão hormonal repentina decorrente da interrupção da gravidez; e muitos distúrbios fisiológicos e tumorais...

        Depois surgirão distúrbios psíquicos – emocionais desencadeados pela consciência de culpa; que, cedo ou tarde vai aflorar.

        Quando começar a reparar?

        Há muitas formas de evitar a propagação do distúrbio vida após vida.
        Dentre elas o desejo sincero de reparar; caso contrário, as lesões no corpo astral serão somatizadas neste corpo ou no próximo, na forma de malformações congênitas; esterilidade e todo tipo de doenças na área genital.

        Para quem praticou ou participou de aborto só há um caminho: reconciliação com os prejudicados pelo ego sedioso de prazeres.
E dedicação incansável ao próximo: ajudar, cooperar, amparar.

       Sem culpa, remorso, arrependimento que são as chaves do inferno.

       Todos já abortamos e fomos abortados em todos os sentidos possíveis da vida.

domingo, 8 de julho de 2012

PROJETO COBRAR RESPONSABILIDADE



“A quem muito for oferecido; mais será solicitado” – Jesus.

Na vida em família, criar regras claras, lógicas e aplicá-las com justiça é um ato de amor.
Ajudar sua criança a perceber seus limites e os dos outros e, a respeitá-los, é um ato de caridade social – pois nossa molecada vai conviver com a molecada dos outros – todos eles futuros cidadãos que desejarão estar no topo da cadeia de consumo.

Mesmo o sentimento do amor não nasce sem a ajuda da disciplina tanto na intimidade do ser quanto na vida coletiva...

Disciplinar não é impor, forçar.
Até certo ponto, a verdadeira disciplina é uma atitude voluntária e consciente, portanto necessita de um mínimo de instrução e da capacidade de discernir.
Porém para discernir com qualidade a pessoa deve obrigatoriamente ser ajudada a possuir metas de vida objetivas e claras; além do recurso pessoal da inteligência, conhecimento do que vai fazer, e mais ainda: trabalhar para alcançar os resultados que espera.
Inevitavelmente ainda necessita ser cobrada.
Quem cobra?
 
No conjunto da arte de disciplinar-se não pode faltar o respeito pelas regras e a observação dos limites, seja os íntimos, ou os de interação com as outras pessoas. 
Isso cabe aos pais e na ausência deles; seja por incapacidade de raciocínio crítico funcional (maioria) ou por opção de vida (elite no poder e em os torno) – a responsabilidade é dos que se colocaram por interesse na condição de educadores, formadores, etc.

De quem é a culpa desse descalabro entre possibilidades e funcionabilidade da vida em comum?

Se alguém disser que as crianças de hoje são pobres em respeitar regras e em perceber limites todo mundo concorda e aplaude. Mas, se esse alguém afirmar que a falta de percepção e de respeito aos limites não é porque não tenham sido colocados como pensa a maior parte das pessoas; mas ao contrário: o mau uso do não e as limitações sem nenhum conteúdo lógico que lhes foram impostas foi absurda.

A cada dia cresce o número de crianças excepcionalmente folgadas, chatas, malcriadas e sem limites.
Com uma prontidão para aprender fantástica.
Muito bem informadas.
Muito mal educadas em casas sem regras.
Ou quando as tem nunca são cumpridas com inteligência, lógica e integridade.

Com a palavra seguida de exemplos, nós todos os formadores de cidadãos.

Parágrafo único da Lei de Progresso:

QUEM MAIS RECEBEU - MAIS DEVE...


quinta-feira, 5 de julho de 2012

NA ERA DO APRENDIZADO DA INTOLERÂNCIA

NA ERA DO APRENDIZADO DA INTOLERÂNCIA

    Muito se fala e escreve na atualidade a respeito de aceitar o diferente; inclusão e exclusão; questiona-se a origem desse aparente aumento da intolerância.

    Qual a origem desse comportamento?

    O estilo de educação que predomina faz com que o adulto projete na criança seus desejos e até suas frustrações; daí tenta usá-la para compensar sua pouca competência nas várias áreas da vida.
Dessa forma, nesta amalucada maneira de viver: a criança é estimulada na vida contemporânea; a criar cada dia mais expectativas e objetos do desejo; que muito mais pertencem aos adultos do que a ela.

    Para que ele próprio não se frustre, o que é rotulado como sofrimento, o adulto evita a todo custo que a criança viva essa experiência tão necessária ao crescimento pessoal.

Na Era do analgésico, o problema coletivo da falta de capacidade para definir de forma correta e realista expectativas e desejos, torna-se mal crônico; e a cada dia mais difícil de resolver.
Além disso; torna-se perigoso para a sanidade e o bem estar futuro de todos nós; pois uma vez frustrado, logo na primeira tentativa; o indivíduo substitui com facilidade um desejo por outro; e os desejos se atropelam e seus efeitos se embaralham; gerando o caos; a depressão, a angústia e o pânico; além da agressividade e da violência sem nexo.

A volatilidade dos desejos e metas das pessoas a cada dia aumenta.
Porém, todos os efeitos das interferências que seu desejo foi capaz de gerar nas outras pessoas e no ambiente; passaram a produzir efeitos que breve estarão de retorno, num incrível, amalucado e insuportável círculo vicioso.

Um novo olhar sobre a frustração resolveria com facilidade o problema:

FRUSTRAÇÃO NÃO É SOFRIMENTO; É SIMPLES E EFICIENTE RECURSO PEDAGÓGICO.

Felizes daqueles que tiveram seus inúteis desejos frustrados na hora certa, com clareza, honestidade e amor – aprenderam a ser gente; nesses quesitos...