sexta-feira, 14 de setembro de 2012

EU SOU DA PAZ?



EU SOU DA PAZ?

A violência está aumentando ou apenas se materializando?

Antes de conseguirmos a paz nas ruas, nas escolas, no trabalho e na vida social e política, ela precisa ser conquistada no íntimo de cada um e no ambiente familiar.
A atitude pacífica deve ser aprendida e exercitada principalmente na vida em família.

    Como tudo que envolve o ser humano a paz não se consegue numa canetada de um decreto político ou não; nem com teorias mirabolantes ou num passe de mágica; é conquista de dia a dia, de respeito pela própria vida e pela vida do outro. Alcançaremos um estado de paz relativa, quando nos lares não houver mais:
·        Guerra pelo poder de controlar sem medir forças
·        Competição
·        Mentiras
·        Traições
·        Violência verbal
·        Agressão física

    Desse ponto em diante todas as lutas sociais em prol da paz serão vitoriosas.

Qual seu sobrenome?
Como anda a guerra na sua família?
Nela se pratica o Bullying?
Não?
Duvido.

Quem de nós nunca sofreu ou praticou algum tipo de violência? – Nem sempre percebida por quem a pratica; mas, sempre vivenciada por quem a sofre...

    O conceito Bullying focado inicialmente no ambiente escolar trouxe á discussão a pratica da violência explícita e até mesmo a subliminar; aquela em que raras pessoas; prestavam atenção; pois, á medida que o assunto vai sendo debatido; novos focos e olhares sobre o problema surgem, cada um dando sua contribuição para que a paz reine entre nós.
A violência explícita e a subliminar se confundem ás vezes; tal e qual o estupro em algumas sociedades onde a vítima do bullyie (o estuprador) ainda sofre discriminação, sendo penalizada duplamente pela sociedade que pratica o bullying sem perceber; pois, a prática de manter o poder através da agressão é milenar.
Esse padrão de atitudes não está vinculado ao instinto de sobrevivência, defesa ou raiva. Pode envolver ciúmes e desprezo.
Suas bases estão assentadas no desejo e sentimento de poder; intolerância á diferença; e a pretensa liberdade de excluir, barrar, isolar e segregar os outros.

Não é uma fase normal da vida como muitos bullyies adultos imaginam; não passa com o tempo nem com a idade; apenas ela fica camuflada pelas máscaras sociais fruto da educação ainda em vigor.

Algumas pessoas já nascem com tendências para praticar o bullying; assim como já trazemos um esboço de personalidade ao nascer e um conjunto de predisposições que podem ser corrigidas ou reforçadas pela vida em família, educação e cultura.

O que tem a dizer?

Eu sou da paz?

sábado, 8 de setembro de 2012




         ABORTO E RELAÇÕES FAMILIARES

No mínimo:
Grave quebra de compromisso familiar.

Muito se debate sobre o problema do aborto.
As opiniões são favoráveis ou contrárias.
Como era de se esperar a forma de abordar o tema centraliza-se nos aspectos legais ou médicos, não há ainda preocupação nas relações com o plano espiritual; mesmo que a maior parte das conseqüências; sejam lá; exacerbadas.
Cada grupo envolvido no debate; fixa determinada idéia para justificar opinião favorável ou contrária.

A quase totalidade dos favoráveis à legalização; fixam-se na idéia do direito inalienável da mulher em dispor do próprio corpo, exercendo o livre-arbítrio.
Os contrários à legalização têm como idéia central o direito à vida.

Mas como a responsabilidade é progressiva:
Para o que acredita em vidas sucessivas o problema ganha uma dimensão maior e mais complexa; inevitável; pois nossas crenças não servem para nada exceto para nos balizar nas experiências:
Aborto; sempre implica em quebra de compromisso de evolução espiritual, ajuste de kharma; e as reações dos excluídos e conseqüências são proporcionais á capacidade de compreensão dos envolvidos; acreditar ou deixar de; tanto faz.

A verdade é que:
Do outro lado da vida muitos aguardam a oportunidade de retornar para prosseguir; sabemos que a única via de acesso é a seqüência: fecundação, gestação, renascimento; daí qualquer interferência nessa lei natural interessa sobremaneira a todos, sem distinção.

É urgente propiciar a educação sexual para crianças e jovens discutindo, além do binômio sexo - violência nos meios de comunicação, também o problema do aborto; pena que falte coragem e vontade; e isso é grave, pois a omissão e a ignorância geram sofrimentos pessoais, familiares e coletivos.
 Quando o tema interessa a todos, é preciso deixar de ser omisso; pois, o ignorante e omisso de hoje é o problema de saúde pública amanhã, e/ou nas próximas existências.

Reflexões sobre um caso de aborto provocado:

Houve uma relação sexual sem intenção de engravidar: só curtição, embalo, prazer.
O conjunto de motivos que culminaram no aborto definirá a responsabilidade de cada um.
Gestante.
Autor do aborto.
Família.
Outras criaturas que tenham influenciado na decisão de abortar.
É certo que haverá obsessão espiritual.
Mas a análise pós-aborto é de foro íntimo e ao longo do tempo, para definir as responsabilidades e avaliar as futuras reparações.

Pegando leve:

        As conseqüências no corpo da mulher são imediatas, pela supressão hormonal repentina decorrente da interrupção da gravidez; e muitos distúrbios fisiológicos e tumorais...

        Depois surgirão distúrbios psíquicos – emocionais desencadeados pela consciência de culpa; que, cedo ou tarde vai aflorar.

        Quando começar a reparar?

        Há muitas formas de evitar a propagação do distúrbio vida após vida.
        Dentre elas o desejo sincero de reparar; caso contrário, as lesões no corpo astral serão somatizadas neste corpo ou no próximo, na forma de malformações congênitas; esterilidade e todo tipo de doenças na área genital.

        Para quem praticou ou participou de aborto só há um caminho: reconciliação com os prejudicados pelo ego sedioso de prazeres.
E dedicação incansável ao próximo: ajudar, cooperar, amparar.

       Sem culpa, remorso, arrependimento que são as chaves do inferno.

       Todos já abortamos e fomos abortados em todos os sentidos possíveis da vida.

domingo, 8 de julho de 2012

PROJETO COBRAR RESPONSABILIDADE



“A quem muito for oferecido; mais será solicitado” – Jesus.

Na vida em família, criar regras claras, lógicas e aplicá-las com justiça é um ato de amor.
Ajudar sua criança a perceber seus limites e os dos outros e, a respeitá-los, é um ato de caridade social – pois nossa molecada vai conviver com a molecada dos outros – todos eles futuros cidadãos que desejarão estar no topo da cadeia de consumo.

Mesmo o sentimento do amor não nasce sem a ajuda da disciplina tanto na intimidade do ser quanto na vida coletiva...

Disciplinar não é impor, forçar.
Até certo ponto, a verdadeira disciplina é uma atitude voluntária e consciente, portanto necessita de um mínimo de instrução e da capacidade de discernir.
Porém para discernir com qualidade a pessoa deve obrigatoriamente ser ajudada a possuir metas de vida objetivas e claras; além do recurso pessoal da inteligência, conhecimento do que vai fazer, e mais ainda: trabalhar para alcançar os resultados que espera.
Inevitavelmente ainda necessita ser cobrada.
Quem cobra?
 
No conjunto da arte de disciplinar-se não pode faltar o respeito pelas regras e a observação dos limites, seja os íntimos, ou os de interação com as outras pessoas. 
Isso cabe aos pais e na ausência deles; seja por incapacidade de raciocínio crítico funcional (maioria) ou por opção de vida (elite no poder e em os torno) – a responsabilidade é dos que se colocaram por interesse na condição de educadores, formadores, etc.

De quem é a culpa desse descalabro entre possibilidades e funcionabilidade da vida em comum?

Se alguém disser que as crianças de hoje são pobres em respeitar regras e em perceber limites todo mundo concorda e aplaude. Mas, se esse alguém afirmar que a falta de percepção e de respeito aos limites não é porque não tenham sido colocados como pensa a maior parte das pessoas; mas ao contrário: o mau uso do não e as limitações sem nenhum conteúdo lógico que lhes foram impostas foi absurda.

A cada dia cresce o número de crianças excepcionalmente folgadas, chatas, malcriadas e sem limites.
Com uma prontidão para aprender fantástica.
Muito bem informadas.
Muito mal educadas em casas sem regras.
Ou quando as tem nunca são cumpridas com inteligência, lógica e integridade.

Com a palavra seguida de exemplos, nós todos os formadores de cidadãos.

Parágrafo único da Lei de Progresso:

QUEM MAIS RECEBEU - MAIS DEVE...


quinta-feira, 5 de julho de 2012

NA ERA DO APRENDIZADO DA INTOLERÂNCIA

NA ERA DO APRENDIZADO DA INTOLERÂNCIA

    Muito se fala e escreve na atualidade a respeito de aceitar o diferente; inclusão e exclusão; questiona-se a origem desse aparente aumento da intolerância.

    Qual a origem desse comportamento?

    O estilo de educação que predomina faz com que o adulto projete na criança seus desejos e até suas frustrações; daí tenta usá-la para compensar sua pouca competência nas várias áreas da vida.
Dessa forma, nesta amalucada maneira de viver: a criança é estimulada na vida contemporânea; a criar cada dia mais expectativas e objetos do desejo; que muito mais pertencem aos adultos do que a ela.

    Para que ele próprio não se frustre, o que é rotulado como sofrimento, o adulto evita a todo custo que a criança viva essa experiência tão necessária ao crescimento pessoal.

Na Era do analgésico, o problema coletivo da falta de capacidade para definir de forma correta e realista expectativas e desejos, torna-se mal crônico; e a cada dia mais difícil de resolver.
Além disso; torna-se perigoso para a sanidade e o bem estar futuro de todos nós; pois uma vez frustrado, logo na primeira tentativa; o indivíduo substitui com facilidade um desejo por outro; e os desejos se atropelam e seus efeitos se embaralham; gerando o caos; a depressão, a angústia e o pânico; além da agressividade e da violência sem nexo.

A volatilidade dos desejos e metas das pessoas a cada dia aumenta.
Porém, todos os efeitos das interferências que seu desejo foi capaz de gerar nas outras pessoas e no ambiente; passaram a produzir efeitos que breve estarão de retorno, num incrível, amalucado e insuportável círculo vicioso.

Um novo olhar sobre a frustração resolveria com facilidade o problema:

FRUSTRAÇÃO NÃO É SOFRIMENTO; É SIMPLES E EFICIENTE RECURSO PEDAGÓGICO.

Felizes daqueles que tiveram seus inúteis desejos frustrados na hora certa, com clareza, honestidade e amor – aprenderam a ser gente; nesses quesitos...

sábado, 9 de junho de 2012

UMA DAS CAUSAS DO APAGÃO HUMANO: CONSUMO DE ALIMENTOS MORTOS

Uma das causas do esgotamento e do cansaço mortal que atinge o ser humano é nos urubutizarmos – vivermos de restos uns dos outros... O homem ainda é um animal onívoro que pode comer tudo o que conseguir mastigar. Isso não é nem bom nem ruim; apenas mais uma brincadeira Divina; Ele nos criou para que a gente aprendesse a brincar de livre arbítrio. Apenas diz o bom senso que devemos observar bem o que é bom para nosso corpo e o que não é. Coisa que a maior parte de nós não faz. Não satisfeitos com a agressão que fazemos ao nosso próprio corpo ainda tomamos remédios para conseguirmos agredi-lo com mais força e por mais tempo. Apenas uma parte da energia vital que absorvemos vem dos alimentos. E, embora a maior parte das pessoas adultas ainda permaneça na fase de desenvolvimento oral, curtindo a sensação que o alimento proporciona e comendo muito além do necessário; nós não conseguimos aproveitar a energia vital ali contida. Os motivos são vários, dentre eles: grande parte do que nós comemos dá prejuízo energético; pois os alimentos devem ser degradados para que sejam absorvidos. Mas, o principal motivo da pobreza de energia vital é que quase tudo o que consumimos hoje de alimentos já morreu. Não tem mais energia vital. Segundo experiências feitas com base nas fotos Kirlian; após três dias tudo que é retirado da natureza ou abatido fica com zero de carga de energia vital, ela se dissipa. Para as pessoas que moram nas cidades até a maioria dos legumes, e das frutas já morreram; pois foram colhidos há vários dias. Apenas as verduras não duram tanto tempo sem estragar. As carnes, aves, vísceras e peixes só não apodreceram devido ao congelamento ou refrigeração. Nossos hábitos alimentares trazem um sério prejuízo de durabilidade do corpo físico e uma enorme pobreza de qualidade de vida, também devido ao grande consumo de alimentos envenenados, tóxicos e industrializados. Além disso, o balanço energético fica no prejuízo, pois gasta-se mais energia vital para processar esses alimentos do que eles trazem em si. Germinar sementes é uma boa opção – não é preciso desenvolver o broto; e uma das melhores é a de girassol. Uma plantação de temperos nem que seja em vasos e floreiras para quem é bicho urbano pode ser útil. Em tempo: para os carnívoros a carne mal passada, tipo “boi berrando” não tem mais energia vital; pois o coitado já foi morto há semanas. Claro que a sensação de cansaço extremo e de não agüento mais; não se deve apenas ao consumo de alimentos mortos; a lista é enorme; e vai do vampirismo aos conflitos do ego, isolamento do planeta e principalmente falta de amor. Mas cuidado: nosso sonho de consumo afetivo: ter alguém apaixonado por nós; pode ser algo muito perigoso; vai que a criatura é um vampiro estilo chicletoso e grudento; e isso é mais comum do que se possa imaginar. Muita gente não vê a hora de começar a viver de luz – mas não se alegrem tanto assim; pois com certeza algum espertinho cósmico vai querer colocar um medidor tipo chip no seu DNA e vai cobrar os elétrons e fótons que você usar. Aqui entre nós eles vão ficar espertos; pois vão fazer “gato”. Peraí; será que vampirizar a energia do outro já não é um “gato”? No livro “Evolução em dois mundos”, ditado por André Luiz ao médium Francisco C Xavier ele explica como gatunamos energia uns dos outros quando na qualidade de obsessores. Meu Deus! Se não bastasse vivermos de comer coisas mortas feito urubus ainda roubamos uns dos outros. Em tempo: não tenho nada contra os urubus adoro ver seus vôos; acho que a analogia tá mais para hienas. Verdade; a hiena é mais a nossa cara. Não leve para o lado pessoal. Era só o que faltava. Nossa nunca mais vou jantar a luz de velas com enfeitinho de flor no meio da mesa! Nem imagina a associação que fiz! Credo! Namastê.

domingo, 27 de maio de 2012

ESTUDO DAS COMPULSÕES E DOS VÍCIOS Discordo em parte do sábio que afirmou: o importante não é o que deixa entrar em você; mas o que sai da sua pessoa. Se não tivermos conquistado um mínimo de discernimento viramos “privada” dos outros, das instituições, dos governos. A cada dia de forma mais rápida e cruel; nós estamos sendo conduzidos; feito gado ás compulsões e aos vícios. As compulsões de todos os tipos e matizes têm o seu componente inato e o adquirido. Sempre em toda compulsão alimentar e de evacuações dos comportamentos há um distúrbio predisponente da personalidade com situações emocionais mal elaboradas, tais como as carências afetivas primárias (inatas) ou secundárias (falta real de afeto ou abandono); além da instrução promovida pelas instituições: família, escola, governos. O impulso descontrolado de acreditar no que nos interessa no momento, de mentir, comer determinados alimentos ou até de qualquer coisa que a mídia e as instituições nos enfiam goela abaixo em questão informação, regulamentos e leis; melhor seria dizer: engolir qualquer coisa de conceitos divinos a diretrizes de comportamento social; é o responsável pela situação desconfortável da maioria. Pois o compulsivo nem pensa; nem mastiga os alimentos do corpo e da alma de comida a instrução; também recebe a ajuda da educação com forte treinamento para comer (algumas crianças colocadas nos “chiqueirinhos” parecem bichinhos sendo cevados num processo de engorda tanto do corpo quanto do ego nas creches da vida). Nesse tipo de educação que mais parece um treinamento a criança, feito gado, ovelhas e cabras; passa a precisar de pastores e de condutores; daí é o tempo todo, gratificada com quinquilharias; tanto físicas quanto as ditas espirituais e comida de todos os tipos e em todas as dimensões; e naturalmente estaciona na fase oral tanto da dieta quanto do discernimento. Quando as coisas não correm conforme os seus anseios a pessoa COMUM consola-se e premia-se com comida e desejos de mordomias de todas as formas; mas, melhor expressadas nos vários tipos de aposentadorias da arte de viver. Esse processo uma vez fixado faz com que o sujeito perca a noção do que e do quanto pensa, fala, atua e come. E mais tarde: - “Não sei por que eu... se sou normal”... Namastê.

sábado, 19 de maio de 2012

EDUCAÇÃO É A VACINA DO COMPORTAMENTO A cada dia nos deparamos com comportamentos extravagantes e atitudes de psicopata. Se não estivermos atentos nosso precário equilíbrio psicológico pode desandar; e poucos podem se considerar a salvo. A solução para uma vida pessoal e coletiva em harmonia está na educação baseada nos princípios da ética cósmica. O Evangelho, assim como outros conjuntos do saber, são códigos que aglutinam as leis da vida e que podem se tornar a vacina por excelência. Uma vez aplicados, podem levar calmamente a um estado de paz, alegria e felicidade. Essa educação pode evitar graves doenças da evolução como: Roubos, estupros, prevaricações, carnificinas, subornos, traições de amizade ou conjugais, maledicência, calúnia, violência física ou moral, guerras, revoluções..., tudo isso, pode, e, deve ser evitado. A questão é: O que nos impede de transferirmos o mesmo raciocínio da aplicação de vacinas para impedir as epidemias das doenças da alma? O que nos impede de praticar o Evangelho e similares? Dentre todos os possíveis impedimentos talvez o problema maior seja um potente e silencioso vírus mental chamado: “o medo de ser diferente da maioria”... Essa é uma das doenças evolutivas a ser combatida. A idéia é simples: usar o conceito de vacinação para tentar evitar as piores dores e doenças que o homem fatalmente encontra em seu caminho rumo à humanização. As dores e as doenças da alma. Estamos sujeitos a grandes e devastadoras epidemias como depressão, angústia existencial, pânico, surtos psicóticos, paranóias, revoluções, guerras, desemprego, fome coletiva, etc. Para que consigamos um melhor estado de sanidade pessoal e coletivo, precisamos do esforço e da boa vontade de todos, sem exclusão. A palavra de ordem é: Vacine-se e a seu filho contra: Falsas expectativas. Frustrações. Sofrimento. Medo. Preguiça. Ansiedade. Ilusão. Agressividade. Cadeia. Manicômio. Medo da morte. Violência. Desonestidade... Esta é uma campanha urgente para uns, e sem sentido para outros... Se o vício do fumo, a dependência das drogas lícitas ou condenadas, o alcoolismo, a marginalidade, o desmanche da família, e a violência já bateram à sua porta, mexa-se. Pois, precisamos da sua ajuda. Caso ainda esteja assistindo o que ocorre a você e aos que te cercam, não perca tempo. Pois, já disse um sábio que em prevenir consiste a sabedoria. Dentro desse conceito está contido o de vacina. Se tu és feliz e realizado hoje, não te imagines a salvo de nenhuma das dores da alma, caso as situações que estão por vir te encontrem despreparado... De alguma forma, não importa que idade nós tenhamos, todos precisamos nos vacinar. Vacinar-se como opção clara e com conhecimento dos motivos e da necessidade é mais saudável do que ser vacinado sob circunstâncias compulsórias e dolorosas no decorrer das epidemias. Vacine-se já, para não precisar de uma dolorosa cirurgia moral... Recursos? Já os há de sobra. Investimentos? Basta a boa vontade. Pode parecer estranho falar em pandemia de doenças da alma; no entanto, não é. Em época de guerras e revoluções, por exemplo, o clima de violência, crueldade, vingança é capaz de potencializar todas as tendências individuais e fazer com que se manifestem nas atitudes cotidianas das pessoas. Sob essa visão, os antigos pecados e defeitos de caráter podem ser vistos como desajustes emocionais, neuroses, desequilíbrios íntimos, paranóias educacionais e sócio/culturais. Na verdade os pecadores precisam de tratamento psicológico: análise, discernimento, reparação, reforma íntima e quem sabe às vezes até uma cirurgia moral; ao invés de repressão, e terrorismo religioso: castigos, infernos, purgatórios. A primeira vacina do calendário é a da RECIPROCIDADE: Só faz aos outros; o que tu gostarias de receber. Namastê.