sábado, 19 de maio de 2012
EDUCAÇÃO É A VACINA DO COMPORTAMENTO
A cada dia nos deparamos com comportamentos extravagantes e atitudes de psicopata. Se não estivermos atentos nosso precário equilíbrio psicológico pode desandar; e poucos podem se considerar a salvo.
A solução para uma vida pessoal e coletiva em harmonia está na educação baseada nos princípios da ética cósmica.
O Evangelho, assim como outros conjuntos do saber, são códigos que aglutinam as leis da vida e que podem se tornar a vacina por excelência. Uma vez aplicados, podem levar calmamente a um estado de paz, alegria e felicidade.
Essa educação pode evitar graves doenças da evolução como:
Roubos, estupros, prevaricações, carnificinas, subornos, traições de amizade ou conjugais, maledicência, calúnia, violência física ou moral, guerras, revoluções..., tudo isso, pode, e, deve ser evitado.
A questão é:
O que nos impede de transferirmos o mesmo raciocínio da aplicação de vacinas para impedir as epidemias das doenças da alma? O que nos impede de praticar o Evangelho e similares?
Dentre todos os possíveis impedimentos talvez o problema maior seja um potente e silencioso vírus mental chamado: “o medo de ser diferente da maioria”...
Essa é uma das doenças evolutivas a ser combatida.
A idéia é simples: usar o conceito de vacinação para tentar evitar as piores dores e doenças que o homem fatalmente encontra em seu caminho rumo à humanização. As dores e as doenças da alma.
Estamos sujeitos a grandes e devastadoras epidemias como depressão, angústia existencial, pânico, surtos psicóticos, paranóias, revoluções, guerras, desemprego, fome coletiva, etc.
Para que consigamos um melhor estado de sanidade pessoal e coletivo, precisamos do esforço e da boa vontade de todos, sem exclusão.
A palavra de ordem é:
Vacine-se e a seu filho contra:
Falsas expectativas. Frustrações. Sofrimento. Medo. Preguiça. Ansiedade. Ilusão. Agressividade. Cadeia. Manicômio. Medo da morte. Violência. Desonestidade...
Esta é uma campanha urgente para uns, e sem sentido para outros...
Se o vício do fumo, a dependência das drogas lícitas ou condenadas, o alcoolismo, a marginalidade, o desmanche da família, e a violência já bateram à sua porta, mexa-se. Pois, precisamos da sua ajuda.
Caso ainda esteja assistindo o que ocorre a você e aos que te cercam, não perca tempo. Pois, já disse um sábio que em prevenir consiste a sabedoria. Dentro desse conceito está contido o de vacina.
Se tu és feliz e realizado hoje, não te imagines a salvo de nenhuma das dores da alma, caso as situações que estão por vir te encontrem despreparado...
De alguma forma, não importa que idade nós tenhamos, todos precisamos nos vacinar. Vacinar-se como opção clara e com conhecimento dos motivos e da necessidade é mais saudável do que ser vacinado sob circunstâncias compulsórias e dolorosas no decorrer das epidemias.
Vacine-se já, para não precisar de uma dolorosa cirurgia moral...
Recursos?
Já os há de sobra.
Investimentos?
Basta a boa vontade.
Pode parecer estranho falar em pandemia de doenças da alma; no entanto, não é. Em época de guerras e revoluções, por exemplo, o clima de violência, crueldade, vingança é capaz de potencializar todas as tendências individuais e fazer com que se manifestem nas atitudes cotidianas das pessoas.
Sob essa visão, os antigos pecados e defeitos de caráter podem ser vistos como desajustes emocionais, neuroses, desequilíbrios íntimos, paranóias educacionais e sócio/culturais.
Na verdade os pecadores precisam de tratamento psicológico: análise, discernimento, reparação, reforma íntima e quem sabe às vezes até uma cirurgia moral; ao invés de repressão, e terrorismo religioso: castigos, infernos, purgatórios.
A primeira vacina do calendário é a da RECIPROCIDADE:
Só faz aos outros; o que tu gostarias de receber.
Namastê.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
VIVER DE ILUSÃO ENGORDA?
Embarcamos no trem da ilusão e da fantasia criado pela mídia e pela cultura do consumo; e a pressa é tanta; estamos tão ávidos de experimentar tudo que nos é posto na mesa da vida; que nem mastigamos as possibilidades inclusas nas situações colocadas na telinha.
O trem dos desejos está desgovernado; não apenas nós; mas também o planeta corre perigo. É necessário que sejamos mais frugais e comedidos para que não sejamos devorados pela compulsão do consumo.
O momento é de perigo.
Pois:
Não são tantos quanto seriam necessários os que vivem na realidade, um dia depois do outro, sem compulsão, esperando e fazendo apenas o que é possível em cada momento; digerindo cada situação para absorvê-la como aprendizado.
Indiscutível que sonhar nos caracteriza aciona e nossa capacidade criativa.
Sonhar durante alguns minutos do dia recarrega nossas energias, acende a esperança, e pode conduzir a planejamentos e ação; sonhar vinte e quatro horas por dia nos leva a uma vida de pesadelos – e dá uma fome compulsiva.
Não alimente suas compulsões; assista TV com moderação ou afaste-se dela; para não engordar o Ego nem o corpinho; pois assistir TV dá uma fome danada seja de sucesso ou de gula.
Viver de ilusão engorda.
Quem diria.
Namastê.
domingo, 11 de março de 2012
É PRECISO COBRAR MAIS ÉTICA DA MÍDIA
As crianças do futuro serão as que não acreditam que aquilo, é isso aí...
A criança de qualquer idade é a maior vítima da mídia de alimentos que tenta seduzi-la de todas as formas com quinquilharias; os sedutores são profissionais que se tornam ícones em “enganar” as crianças (não por maldade proposital, mas por descuido ético), estimulando-as a consumir produtos inúteis para sua saúde e seu bem estar; ao contrário, muitas vezes colaboram para que adoeçam ou tornem-se obesas.
Cabe a quem já despertou para isso, seja da área ou não, ajudar as crianças a separar o joio do trigo das informações cada vez mais rápidas e intensas.
Exercício de cidadania:
Quando a criança sentir-se enganada ou lesada; ela deve ser estimulada a escrever e a manifestar-se; e até em casos mais graves, buscar ajuda na justiça.
quinta-feira, 8 de março de 2012
SE TODO MUNDO FAZ: CUIDADO
Aos jovens:
O convencionalismo é uma camisa de força a impedir a evolução.
Um Mestre nos avisou que somente a verdade nos libertará.
Não tenha preguiça de pensar, aprenda e treine-se a ter atitudes claras e definidas, pois o moderno ser humano, o homem de qualidade não pode mais ser ambíguo, nem indefinido e, por conseguinte nem hipócrita. Sempre que se trata de externar opinião: aquele que tolera a injustiça e a impostura sem o protesto seguido de ação, é idêntico. O homem de qualidade tem a obrigação de exigir qualidade dos outros e de reagir contra todos os males que o afetam, a ele próprio e aos seus semelhantes, e para isso, não é necessário usar de violência: basta que tenha coragem moral para sustentar sua reprovação, sua repulsa, manifestada pela palavra e, pelo exemplo.
Cuidado com o conceito: politicamente correto.
Procure ser, e não apenas parecer. Observe atentamente o que se passa na sociedade atual, e veja como tudo se faz não no sentido de ser, mas de parecer. Para um ser medroso e preguiçoso isso é lógico e natural. Por isso, é que sobre os fatos que afetam a sociedade, o homem vacila em dizer o que pensa e o que sente, em especial, se tal fato se prende a pessoa de destaque ou de prestígio, ou à maioria, ao número, pois o número é a força, e a força é o que domina.
Verdade e justiça são vencidas pelo número?
Realmente, quando se trata de qualidade, é muito mais fácil simulá-la do que adquiri-la; o resultado, porém; é que é diferente.
Fique atento, pois hoje, ainda tenta-se a todo custo enfiar o indivíduo na camisa de força do convencionalismo vigente e, a massa que compõe a maioria, vai tentar absorvê-lo. De todas as maneiras, vão dizer a você que não se deve opor a esse processo de absorção; que reagir é incompatibilizar-se com a força, que é mais cômodo e vantajoso juntar-se aos passivos. Porém, fique tranqüilo, “fique na sua”, esse sistema funciona só até certo ponto, não é tão devorador assim, pois o hipócrita fala muito e pouco faz e, ainda bem que apenas por palavras que “entram por um ouvido e saem por outro”. Cuidado para não copiar os exemplos de baixa qualidade da pressão de grupo como o fumar, por exemplo.
Quando o ser humano perceber que mil palavras não valem um único exemplo, de muita ou pouca qualidade, um grande passo já terá sido dado em direção ao futuro, a uma nova educação capaz de modificar radicalmente os rumos da evolução do homem.
Por exemplo: hoje, fala-se e escreve-se muito sobre o jovem drogado, sobre o problema das drogas na criança e no jovem. Mas, que sustentação moral tem um pai ou uma mãe que vive um cotidiano de “drogado” por ansiolíticos, antidepressivos, indutores do sono, estimulantes; sejam químicos ou “naturais”; referendados ou não por uma cultura de saúde “drogadora” que só sabe valorizar a doença. Que moral tem para cobrar de um filho: o não fumar, o não beber, o não drogar-se?
Uma campainha já toca na consciência de muitos jovens rotulados pela normalidade de rebeldes:
Não se drogue como seus pais; não necessite de uma droga para dormir, para acordar, para “transar”, para sentir-se feliz ou infeliz. Não seja convencional Por outro lado, não seja consumidor de álcool fumante de cigarro ou de maconha, cheirador de cocaína ou comedor de açúcar...
Jovem de qualquer idade, onde existe a paz do convencionalismo, leve a perturbadora espada da contestação, da opinião própria, temperada e afiada num desejo de conduta sustentada nas leis naturais. Numa família de bêbados, seja um abstêmio. Numa família de chocólatras e viciados em açúcar, seja um naturalista. Numa família de fumantes, seja um amante do ar-livre, Numa família de glutões, seja um comedido ou até um praticante do jejum. Numa família de mentirosos, seja verdadeiro. Numa família de sedentários, seja um esportista. Numa família de doentes, seja um cultuador da saúde.
É preciso que o jovem seja cada vez mais diferente; mas inteligente, indagador, contestador, revolucionário, não pela força, mas pela inteligência...
O estágio de qualidade humana total é dos fortes. Os abúlicos, os fracos e os covardes não o alcançarão tão cedo.
Namastê.
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Aos jovens: não seja politicamente correto
sábado, 3 de março de 2012
DEIXE DE SER INFANTIL E VOLTE LOGO A SER CRIANÇA
Ouço tanto falar da importância de resgatarmos nossa criança interior que passei a cismar em retornar à infância. Mas acho que nunca saí dela de fato; e os indícios são muitos:
- Não deixei a fase oral – qualquer ansiedadezinha me leva a buscar satisfação na comida. Ao menos larguei a chupeta – não sou dado a mascar chicletes. O dedo eu não chupo mais – nem rôo mais as unhas nem masco as cutículas.
- Continuo na fase do contra – quando forçado tenho fortes impulsos de atuar ao contrário do que devia.
- Não deixei da teimosia nem de fazer birra.
- Não dependo de ursinhos nem de cheirinhos para dormir e coisa e tal; mas aí de quem jogar meu velho travesseiro fora, corre risco.
- Quando fico mais tenso e ansioso o “bicho carpinteiro” ataca de novo e fico amassando alguma coisa, mexendo os dedos das mãos ou as pernas.
- Ainda faço muitas “artes”; coitado dos em torno.
Será que preservei meu lado infantil ou não amadureci?
Qual seria o motivo ou os motivos que nos impedem de amadurecer psicologicamente? (amadurecer não é envelhecer uma coisa é diferente da outra).
E o que é a tal da maturidade?
Será que um dia nós estaremos totalmente maduros?
O jeito mais fácil de entender a maturidade é enxergá-lo como um caminho a ser percorrido e não uma meta. Provavelmente nunca estaremos totalmente maduros.
Talvez quando temos certeza de que não somos nem menos do que imaginávamos nem mais do que pensávamos ser. Quando percebemos com clareza que não somos nem melhores nem piores do que os outros. Que somos apenas nós mesmos, desse ponto em diante começamos a amadurecer.
Como resgatar o lado criança sem virar um adulto com atitudes infantis?
Parece a coisa mais difícil de ser atingida a tal da maturidade; mas não é; basta ficar ligado, vigiar muito, para assumir as conseqüências das escolhas que fizer e das atitudes que tomar.
Isso se chama responsabilidade.
Mas criança pode ser responsável?
Não há desenvolvimento da maturidade sem o paralelo desenvolvimento do senso de responsabilidade. Primeiro sobre si mesmo, seu corpo, sua vida sua existência. E depois sobre o corpo, a qualidade de vida do próximo e a sanidade do meio ambiente.
Não assumir, desculpar-se, culpar os outros, jogar nas costas do destino, da sorte, do azar, aí está o maior foco da doença chamada criancice.
“Entra por um ouvido e sai pelo outro...”
Essa eu estou tentando resgatar.
Uma das mais belas e necessárias qualidades infantis é a audição seletiva. As palavras e a informação entram por um ouvido e saem pelo outro.
A cada dia que passa é necessário que cada um resgate a criança íntima que mora dentro de nós. Nosso lado criança passa a assumir um papel dos mais importantes na vida contemporânea.
Só há uma complicaçãozinha:
O que resgatar?
O que vocês acham que é preciso resgatar?
Pureza não vale mais.
E cuidado:
Não vá muito fundo para não voltar um dia a usar fraldas, rsss...
Namastê
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
ORAÇÃO DE GRATIDÃO
Deus Pai todo Poderoso permita agradecer a todos os seus filhos que colaboram na minha chegada ou retorno até Tu meu Pai de amor e bondade.
Em primeiro lugar, agradeço a todos que ajudaram na disciplina do meu espírito:
• Contrariando os mais absurdos desejos.
• Frustrando as expectativas sem sentido.
• Amplificando a inveja, com suas vitórias.
• Pondo à mostra a intolerância.
• Permitindo que os efeitos negativos das escolhas se tornem evidentes.
• Colocando-se na posição de concorrentes, adversários, inimigos...
• Traindo nossas combinações.
• Explorando minhas deficiências de caráter.
• Cutucando minhas feridas da alma para limpá-las.
Em segundo lugar, a todos que me orientaram, indicando a forma mais prática e eficiente.
Em terceiro lugar, a todos que tentaram um dia me amar.
NAMASTÊ.
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Proposta para educação de berço.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
O QUE VOCÊ VIROU? - TIPOS DA ESCOLA E A REFORMA ÍNTIMA
Vamos fazer uma viagem no tempo – abrir o baú das memórias.
No sistema ecológico das salas de aula tem gente de todo tipo e para todos os gostos. Ainda bem que cada um é cada um. O ser humano não se repete. Será? Ano vai ano vem e as turmas das escolas não mudam tanto assim; apenas a terminologia.
Os tipos, com algumas mudanças, continuam quase os mesmos.
Em cada época mudam os apetrechos, os adereços, os interesses, as coisas da moda, mas, no fundo, as mudanças são poucas e ficam apenas na casca dos acontecimentos.
No decorrer das nossas vidas apesar da instrução recebida continuamos quase com o mesmo jeitão da época da escola. Podemos nos esconder atrás de escrivaninhas, debaixo de uniformes, atrás de cargos ou títulos, não importa onde estejamos posicionados nem como nos apresentamos no momento; podemos até criar uma personalidade profissional, embora na intimidade, como espíritos, continuemos quase os mesmos de antes.
Em toda turma de escola do maternal à universidade há aquelas figurinhas carimbadas; que nos marcam e, nesta brincadeira de fazer reforma íntima, vamos tentar identificar se, os tipos com quem convivemos continuam parecidos até hoje.
Outra parte da idéia, e a mais importante, é descobrir com honestidade a caricatura que se tornou nossa marca registrada na escola.
Entender a origem dos tipos humanos esquisitos, engraçados e até perigosos, parece muito difícil, mas não é, basta saber que, ao nascermos trazemos tendências, predisposições e impulsos; um esboço de personalidade (a carinha de nosso espírito); a outra parte é a influência que recebemos do meio ambiente: educação, condições da vida em família, ação da cultura e da instrução, e nos dias atuais a mídia exerce uma forte influência sobre os mais fracos de caráter, etc.
As ferramentas para perceber as diferenças entre uns e outros são simples e estão á disposição de qualquer um: Observar e estudar – claro que a ferramentas da sinceridade e da honestidade íntima são imprescindíveis.
Vamos nos divertir ao relembrar resumidamente alguns tipos: CDF, vagau, piranha, galinha...
Só prá começar a puxar assunto- um tipo muito comum:
MARIA VAI COM AS OUTRAS
Esse sempre foi o mais comum dos mortais. A maioria que gosta de ser conduzida, manipulada e tem uma preocupação exagerada com o que os outros pensam a seu respeito. Fazem parte da turma que vive em cima do muro. Precisam sentir-se normais. Adoram o slogan: se todo mundo faz, também faço; é normal. São pessoas muito preocupadas em andar na moda. Fazem de tudo para que sejam aceitas nos grupos ou nas panelinhas. No decorrer da vida sempre terão grande dificuldade em mudar a postura pessoal ou profissional exceto quando indicada e aceita pela maioria. A dor e o sofrer são seus melhores e mais eficientes conselheiros. Dentre outras coisas, seguem a religião da maioria; adoram dietas milagrosas, exames sofisticados, cirurgias plásticas. Quando em ambientes contraditórios pintam-se, tatuam-se, enchem-se de penduricalhos. Resumindo são os normais; que quanto mais tentam se diferenciar mais normais se tornam, pois copiam a tentativa de se diferenciar de seus modelos.
Sugestão para continuar a conversa.
NÃO SABE SE VAI OU SE FICA...
Quem você foi?
O que virou?
Namastê.
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